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Editora especializada em Livros Técnicos das áreas fiscal, tributária, contábil, SPED e TI. Criada em 2018, é a primeira editora do país a oferecer obras da área fiscal e tributária com atualização da legislação garantida no ato da compra. A data de atualização é impressa na folha de rosto de cada exemplar. Na Literatura, é a primeira editora do país a oferecer livros com letras grandes para idosos, leitores com acuidade visual reduzida ou aqueles que simplesmente privilegiam o conforto da leitura.

Os Amores de Philippe - Edição Ilustrada - 2018

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Os Amores de Philippe - Edição Ilustrada - 2018

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FICHA TÉCNICA
Título: OS AMORES DE PHILIPPE
Autor: Octave Feuillet
Ano de lançamento: 1877
Ano desta edição: 2018
Tradução: Valéria Toledo, em nova tradução a partir do original francês
Páginas: 208
Formato: 16 x 23 cm
Acabamento: Brochura
ISBN: 978-85-52934-04-2

CARTA AO LEITOR
Caro leitor,

É verdade! Você nunca ouviu falar deste romance! Apesar do reconhecimento internacional, Os amores de Philippe é praticamente desconhecido dos leitores de língua portuguesa. Por isso, permita-me tecer alguns esclarecimentos.

“Les amours de Philippe” foi publicado na França em 1877, quando seu autor já gozava de enorme prestígio – Feuillet era membro da Academia Francesa desde 1862. O lançamento despertou a atenção de um editor do Brasil que encomendou, a toque de caixa, a tradução para o português. Assim, antes mesmo do fim daquele ano, os brasileiros conheceram “Os amores de Filipe”, na versão da Livraria Garnier, do Rio de Janeiro. Trinta anos depois, foi a vez da Livraria Chardron, de Lisboa, encomendar nova tradução e oferecer aos portugueses a obra de Feuillet.

Em 2018, após 140 anos, a Editora Madamu oferece esta nova tradução – que é a terceira em língua portuguesa, e separada de sua antecessora lusitana por décadas de um esquecimento que consideramos injusto. Com notas e ilustrações, nossa edição convida o leitor a mergulhar em uma atmosfera romântica e aristocrática, para acompanhar uma trama que ainda hoje envolve, seduz e surpreende.

Por fim, uma explicação sobre a forma. O leitor logo perceberá que a pontuação deste texto não segue os usos e costumes atuais. Na medida do possível, procuramos resgatar a pontuação original de Feuillet, a fim de mostrar como sua prosa era criativa, dinâmica e elegante.

Este grande exemplar do folhetim francês foi selecionado para integrar a Coleção Folhetim em Grande Estilo, que apresenta obras clássicas em letras grandes.

 

ENREDO
Philippe de Boisvillier nasceu em uma aristocrática família da Provence. Como era comum no séc. XIX, desde garoto o seu casamento com a prima Jeanne estava acertado. Mas ele não gostava nem um pouco dela. Quando concluiu os estudos no Liceu Louis Le Grand, deveria voltar para a cidade natal, casar com a prima e assumir as propriedades da família. Contudo, Philippe convenceu o pai de que ele seria mais bem-sucedido estudando Direito em Paris... E ao viajar para a capital, deixaria para trás o tormento de um casamento forçado com a odiosa prima. Mas o destino colocaria Jeanne outra vez em seu caminho, de forma surpreendente!

 

SOBRE O AUTOR
Da pena de Octave Feuillet surgiram dramas e romances sedutores, refinados, românticos, fluidos e cativantes: resultado de seu olhar minucioso sobre a sociedade parisiense do século XIX.
Nascido em Saint-Lô, região da Normandia, em 1821, realizou seus estudos secundários em Paris, em uma instituição localizada no Quartier Latin, e foi um aluno brilhante. O pai, viúvo desde a tenra infância de Feuillet, queria o filho diplomata. Porém, quando o jovem Octave comunicou seu desejo de se tornar escritor, foi renegado e perdeu a mesada paterna.
Com dificuldade para se manter na capital francesa, começou a publicar alguns textos com o pseudônimo de Désiré Hazard. Tinha amizade com Paul Bocage (sobrinho de uma estrela da comédia francesa – Pierre-François Bocage) e juntos começaram a escrever peças que foram submetidas ao crivo da celebridade, sendo algumas delas encenadas. Juntos, Feuillet e Bocage alcançaram algum sucesso, ainda que as peças não tivessem a marca registrada do estilo Feuillet. Obtiveram certo êxito, fato que levou o pai a perdoar o jovem Octave e restituir-lhe a ajuda financeira mensal. Desta forma, morando na sua adorada Paris, livre e com recursos, conseguiu publicar os primeiros romances, ainda inferiores às suas obras mais proeminentes.

Em 1850, por causa da saúde debilitada, o pai pede à Feuillet que volte a Saint-Lô. Foi um grande sacrifício, mas Octave acatou o pedido e deixou Paris para ficar ao lado do pai. No ano seguinte casou-se com sua prima, Valérie Dubois, filha do prefeito de Saint-Lô, que também era escritora e com quem teve dois filhos. Segundo relatos biográficos, Valérie e sua mãe foram as grandes apoiadoras de Feuillet na reclusão, pois eram as primeiras a conhecer as obras antes que fossem enviadas aos editores.

Considerava a vida na região um exílio forçado e, talvez por estar nesta situação, foi neste período que escreveu suas melhores obras. Seu primeiro grande sucesso deu-se em 1852 - Bellah. Com produção literária ininterrupta, em 1858 publicou aquele que talvez seja o seu mais famoso livro – O Romance de Um Rapaz Pobre, traduzido para vários idiomas, inclusive para o português, por Camilo Castelo Branco (e com roteiro adaptado para o cinema no século XX).

Seu pai faleceu no auge do sucesso desta publicação. Após a morte do pai, Feuillet vendeu a propriedade em Saint-Lô e voltou a Paris, onde continuou seu ofício. Em 1859, a morte precoce de seu filho mais velho debilitou sua saúde, e ele resolveu regressar à Normandia, vivendo em local muito próximo à casa paterna. Lá permaneceu por 15 anos, indo apenas esporadicamente a Paris.

Foi na década de 1860 que o sucesso de Octave Feuillet o aproximou da Academia Francesa de Letras. Sua nomeação, contudo, sofreu certa resistência dos demais integrantes da Académie Française, e apenas na terceira tentativa, em 1862, foi eleito para ocupar a cadeira nº 13 – foi o primeiro romancista a ingressar na instituição. Era uma época em que o naturalismo já dava sinais de tendência literária, mas Feuillet mantinha-se fiel ao seu estilo romântico. Curiosamente, seu sucessor na cadeira nº 13 foi outro romancista famoso em sua época – Pierre Loti.

Feuillet era monarquista, e em 1868 foi indicado por Napoleão III para assumir o posto de bibliotecário do Palácio de Fontainebleau: uma honraria que aproximou o casal Feuillet da mais alta corte francesa. Entretanto, o sucesso de Feuillet não resistiu à derrota da França na guerra franco-prussiana (1870-1871). Com problemas financeiros, precisou se desfazer de sua moradia, enfrentou depressão e uma surdez pronunciada, falecendo em Paris em 1890, aos 69 anos.

A sociedade parisiense, que havia se acostumado ao seu tipo específico de prosa, ficou órfã. Suas obras retratam os costumes da aristocracia parisiense em contraponto à simplicidade do campo: as personagens são perspicazes – algumas até moralmente questionáveis – e ingênuas. As mulheres são perturbadoras e quase sempre referências de personalidades da época. Tudo isso faz de seu texto uma deliciosa leitura, inclusive contemporânea.

Aliás, não é por acaso que deixamos para o final estas poucas palavras sobre o autor. Após conhecer Philippe de Boisvilliers, diga-nos, caro leitor, se ficção e realidade não se confundem!

Valéria Toledo, tradutora e editora

 

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COLEÇÃO FOLHETIM EM GRANDE ESTILO
As edições da Coleção Folhetim em Grande Estilo foram desenvolvidas especialmente para leitores que privilegiam o conforto da leitura, inclusive idosos ou leitores com acuidade visual reduzida. Os livros possuem formato 16x23cm, papel com brilho reduzido e textos em corpo 16 – o que representa um aumento de 40% em relação ao tamanho de letra convencional.

As obras da Editora Madamu não são encontradas em livrarias. Só podem ser adquiridas em nossa loja virtual.

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